"Noite de S.João para além do muro do meu quintal.
Do lado de cá, eu sem noite de S.João.
Porque há S. João onde o festejam.
Para mim há uma sombra de luz de fogueiras na noite,
Um ruído de gargalhadas, os baques dos saltos.
E um grito casual de quem não sabe que eu existo".
Por que recordar.. é viver : D
*Alberto Caeiro, in "Poemas Inconjuntos", (PESSOA, Fernando, 1965, 232)

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